sexta-feira, 30 de abril de 2010

Construtora avança na análise de crédito


Fonte: Valor Econômico
Por: Daniela D'Ambrosio

As construtoras irão desempenhar papel fundamental na concessão de crédito imobiliário - serão o braço direito da Caixa Econômica Federal. Para atender à demanda gerada pelo Minha Casa, Minha Vida e evitar que o banco seja apontado como um entrave ao andamento do programa habitacional do governo, a Caixa irá transferir para as empresas todo o processo de análise de crédito. O projeto está em fase de testes e a companhia escolhida para fazer o piloto foi a mineira MRV, construtora que mais repassou clientes à CEF em 2009: nove mil contratos.

Pelo novo sistema, o objetivo é que a concessão do crédito seja feita em até sete dias. Meta ousada. Atualmente, costuma demorar entre 30 e 40 dias, dependendo do cliente. Hoje, todas as grandes construtoras atuam como correspondentes bancárias da Caixa e fazem, em média, 60% do trabalho.

O processo será online e os ajustes de sistema começam a ser acertados. A empresa irá usar o mesmo sistema do banco na avaliação de crédito - e passam a ter acesso, inclusive, ao cadastro de pessoas físicas do Banco Central. Também será responsável pela análise de crédito dos trabalhadores com renda informal, um processo mais complexo que considera parâmetros históricos, renda presumível e movimentação bancária. Caberá à Caixa dar a palavra final e autorizar ou não a emissão do contrato.

"Só mandaremos os clientes que estiverem com tudo certo", diz José Adib, diretor-executivo de crédito imobiliário da MRV. Até porque o índice de devoluções será usado pela instituição para medir o desempenho das construtoras. Quem tiver muitos contratos devolvidos, pode ser descredenciada.

A capacidade operacional da Caixa - ainda que o banco tenha reduzido a burocracia após o programa e terceirizado parte do trabalho - é uma das maiores preocupações dos investidores, inclusive estrangeiros. "Só com a parceria entre a Caixa e as empresas conseguiremos chegar a 3 milhões de casas", diz Rubens Menin, presidente da MRV.

Para as construtoras, dominar a concessão do crédito faz toda a diferença porque acelera o processo de recebimento de dinheiro. Hoje, é comum as empresas virarem o mês com a pendência de centenas de aprovações. O novo modelo diminui a necessidade de capital próprio e melhora o fluxo de caixa das empresas. No programa Minha Casa, Minha Vida, o dinheiro é repassado para as construtoras conforme o andamento da obra. E, quanto maior o número de mutuários repassados à Caixa, maior o volume de capital recebido.

A MRV já tinha sido a primeira construtora a atuar como correspondente bancária da CEF em 2008. Por enquanto, os testes de crédito online estão restritos à superintendência regional da Caixa em Campinas e dois clientes tiveram o crédito aprovado. A ideia é levar o modelo para os feirões da Caixa, que começam em maio, mas apenas para empreendimentos nos quais já houve repasse. A MRV tem 350 pessoas na área de crédito - cem deles como correspondentes. Segundo Adib, não serão necessárias novas contratações.
 
Procurada, a CEF confirmou que os correspondentes bancários assumirão a parte operacional dos processos habitacionais. "O novo modelo encontra-se em fase de teste, devendo entrar em pleno funcionamento depois de maio de 2010".

Prefeitura lança plano para adensar regiões de São Paulo ainda vazias


Fonte: O Estado de São Paulo
Por: Rodrigo Brancatelli

Hoje uma espécie de cicatriz urbana, a linha de trem que corta São Paulo desde os tempos do café será o novo fio condutor do desenvolvimento da capital. A Prefeitura tirou do papel ontem três operações urbanas, instrumento para adensar áreas e incentivar o mercado imobiliário. Ao longo da orla ferroviária, a ideia é que bairros tomados por galpões e cortiços ganhem investimentos públicos e, claro, novos espigões residenciais.

O plano contempla três grandes áreas - Lapa/Brás, em trechos das zona oeste e centro; Mooca/Vila Carioca, na zona leste; e Jacu, que segue o traçado da Avenida Jacu-Pêssego, também na zona leste. Tais operações urbanas já estavam contempladas no Plano Diretor de 2002 com outros nomes e perímetros, mas nunca foram regulamentadas.

As duas primeiras margeiam justamente a linha do trem, criada para transportar café do interior ao Porto de Santos e considerada um dos marcos iniciais do desenvolvimento na cidade. A Prefeitura quer agora induzir o mercado a investir nessas regiões, hoje tomadas por galpões abandonados de indústrias que se mudaram para o interior. Para as construtoras, é uma notícia mais do que bem-vinda, uma vez que essas são as últimas grandes áreas ociosas de São Paulo.

Já na região da Avenida Jacu-Pêssego, a intenção do governo é aproveitar o tráfego de caminhões e incentivar a ocupação por novas indústrias e empresas - visto que, concluído o seu prolongamento no segundo semestre, a avenida vai se transformar em uma espécie de substituta do Trecho Leste do Rodoanel, integrando as Rodovias Dutra e Ayrton Senna, a Radial Leste e a zona industrial de Itaquera.

Até 2030, 400 mil vão para eixo ferroviário

É pelos trilhos do trem que passam as soluções para tentar resolver os problemas de mobilidade e moradia em São Paulo. Com as três novas Operações Urbanas, a Prefeitura pretende reverter a degradação urbana e o êxodo de moradores da região central, além de criar mais empregos e serviços. Só na nova Operação Urbana Lapa/Brás, que contempla trechos da zona oeste e do centro, a expectativa é atrair mais 400 mil moradores nos próximos 20 anos, o que representa 200 habitantes por hectare. Atualmente, a região possui 135 mil moradores - algumas áreas têm taxa de apenas 20 habitantes por hectare.

A Operação Urbana Mooca/Vila Carioca, que abrange área da Rua da Mooca, na zona leste, até o município de São Caetano, também tem um enorme potencial de mercado - com os mecanismos para adensar a região, a Prefeitura conseguiria arrecadar R$ 1,5 bilhão com a venda de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) e permitiria ao mercado vender mais de R$ 10 bilhões em lançamentos. Esses números fazem parte de um estudo desenvolvido por técnicos do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) e por arquitetos e engenheiros.

"Essas operações buscam concretizar as diretrizes do Plano Diretor, são áreas ao longo da orla ferroviária que têm infraestrutura, mas estão subutilizadas", diz o secretário de Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem. Todo o trâmite das novas operações, no entanto, deve durar ainda um ano e meio. Na próxima quinta, o governo vai apresentar as propostas no Instituto de Engenharia, para depois marcar consultas públicas e ouvir críticas e sugestões de moradores. Só assim haverá uma licitação para a contratação das empresas que farão os projetos executivos - a ideia é exigir programas urbanísticos detalhados para que o mercado tome conhecimento do que o poder público municipal planeja para as regiões e usar os recursos arrecadados para investir em transporte público, parques e obras viárias.

Vila Sônia. Tal modelo também está sendo utilizado atualmente na Operação Urbana Vila Sônia, que entrará em prática no segundo semestre. Ao redor das futuras estações do Metrô, a Prefeitura pretende multiplicar o movimento de verticalização e atrair mais 37 mil moradores até 2027. A expectativa é de arrecadar R$ 300 milhões das construtoras e utilizar a verba na construção de um túnel, parques e moradias populares. Perguntado se a implementação de quatro operações urbanas ao mesmo tempo não iria "atropelar" as diversas particularidades de cada projeto (e ainda na espera da licitação da Nova Luz), o prefeito Gilberto Kassab (DEM) foi enfático ao afirmar que isso apenas facilitará o plano.

Exemplos. "Quando estivermos concluindo o processo das novas operações, já teremos terminado a licitação Nova Luz", diz o prefeito. "Estamos bastante otimistas, a expectativa é que, com a experiência da Nova Luz, teremos as outras licitações num prazo bem menor."

Os sistemas de Operação Urbana já foram utilizados em várias cidades europeias para mudar totalmente a cara de bairros degradados e dar nova vocação a terrenos outrora abandonados - é o caso de Londres, que investiu R$ 1,6 bilhão na região da estação de trem King"s Cross. Em São Paulo, as Operações Urbanas Faria Lima e Água Espraiada, por enquanto, são as que mais avançaram. Na Água Espraiada, a arrecadação já soma R$ 791 milhões - e o dinheiro foi investido em obras viárias, como a Ponte Estaiada. Já Operação Urbana Água Branca é o exemplo totalmente contrário - incorporadores repassaram ao governo R$ 74,8 milhões para construir imóveis com áreas superiores às permitidas pela lei de zoneamento, mas só 3% (R$ 2,5 milhões) foram gastos em melhorias nos bairros. O resultado foi um trânsito caótico e alagamentos constantes.

domingo, 25 de abril de 2010

Mercado de imóveis espera o melhor ano em três décadas




Este será um ano de recordes no mercado imobiliário. Os sinais são de que em 2010 serão vendidos na cidade de São Paulo 38 mil imóveis novos, a maior marca em 30 anos, segundo o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi SP). Impulsionados pelo crédito farto e longo, pelo crescimento da renda e do emprego, pelo programa habitacional do governo e também pela volta de investidores ao mercado imobiliário, os resultados de vendas, lançamentos e financiamentos atingidos nos primeiros meses do ano são surpreendentes. As taxas de crescimento já superam a casa de 80% na comparação com 2009.

"Foi o melhor começo de ano desde 2004", afirmou o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Só em fevereiro foram vendidos 2.858 imóveis, um número 83,7% maior do que no mesmo mês de 2009 e 89,5% acima do de janeiro. No primeiro bimestre, as vendas somaram 4.366 unidades, com crescimento de 63,5% ante igual período de 2009 e 7% maiores na comparação com 2008, quando a crise ainda não tinha se instalado. Em todo o ano de 2009, foram vendidas 35.832 unidades na cidade de São Paulo, que é o termômetro do mercado imobiliário do País.

Para atender à demanda aquecida desde a virada do ano, as construtoras e incorporadoras pisaram fundo no acelerador. O volume de lançamentos residenciais na Região Metropolitana de São Paulo no primeiro trimestre deste ano foi o maior da década para o período. Entre janeiro e março, foram lançadas 14.219 unidades, segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). O volume é quase o triplo (4.925 unidades) comparado com igual trimestre do ano anterior e 32,5% maior que o de 2008, o último período de boom imobiliário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Não perca a grande oportunidade de investir no mercado imobiliário em São Paulo. Sou um profissional que tema disposição diversas oportunidades Residenciais e Comerciais para quem deseja morar ou investir, em todas as região da cidade de São Paulo, inclusive Grande São Paulo, ABC e Baixada Santista.

Para obter maiores informações sobre as melhores oportunidades basta entrar em contato em uma das opções a seguir.

Um grande abraço!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Iberostate

O ENDEREÇO DA SUA VIDA!


A Iberostar administra mais de 100 hotéis nas melhores praias do mundo

Cozumel, Varadero, Palma de Mallorca, Ilhas Canárias, Ilhas Gregas. A Iberostar sempre escolheu as melhores praias do mundo para os seus hotéis e agora está escolhendo a Praia do Forte para lançar o primeiro projeto com a marca Iberostate. Uma empresa que nasce com a experiência de uma rede mundial de hotéis presente em 25 países, 4 continentes e que teve, no seu hotel de Praia do Forte, taxa de ocupação de 95% no ano de 2008.

E agora, através da Iberostate, vai administrar o seu condomínio em Praia do Forte

Os hóspedes sempre querem ficar mais tempo nos nossos hotéis. Foi pensando nisso que o Grupo Iberostar passou a oferecer empreendimentos residenciais. E Praia do Forte, pelo destino consolidado que é, pela excelente taxa de ocupação dos nossos hotéis e, por suas belezas naturais, foi a eleita para abrigar o nosso primeiro condomínio no Brasil.


A Praia do Forte não é bonita só para os olhos.

A gastronomia é um capítulo a parte, afinal, o Iberostate estará dentro da área do Iberostar. Assim, o morador vai poder contar com os excelentes restaurantes e a experiência gastronômica cinco estrelas de classe mundial do resort e também com todos os estabelecimentos da vila de Praia do Forte que vão desde a culinária regional baiana e nordestina até as mais variadas opções da cozinha internacional.


O paraíso está ficando melhor porque agora vai ter a sua casa.

São luxuosas vilas de casas e apartamentos totalmente integrados à ecologia local e aproveitando o que a localização tem de melhor: as mais lindas praias de um dos mais visitados litorais do Brasil e toda a estrutura do Iberostar Praia do Forte, incluindo um campo de golfe oficial de 18 buracos e um SPA recém-inaugurado. O único empreendimento imobiliário da costa brasileira inserido em um resort 5 estrelas, construído e gerenciado pelo próprio incorporador. A mesma gestão do Iberostar, a mesma beleza natural da região, com uma vantagem a mais: a casa é sua.


Um vista exclusiva dentro da vila mais famosa do Brasil

O complexo contará ainda com sistema de segurança 24 horas, magnífico projeto paisagístico, serviços hoteleiros, equipamentos de esporte e um centro comercial. Os moradores terão acesso à Vila de Praia do Forte através de uma ecovia. E poderão aproveitar todas as atrações do lugar. Um vilarejo famoso pelo seu charme, pela noite agitada, pelo variado leque de opções de bares e restaurantes e pelo comércio cheio de lojinhas descoladas.

Casas
Por Ivan Smarcewsky









Casas de 261,35m2 e 322,57m2, 4 suítes com dependências completas

O empreendimento na sua totalidade compreende Complexo Hoteleiro composto de três hotéis, Campo de Golfe e Complexo Imobiliário, o qual tivemos a satisfação de projetar.

Com algumas adaptações ao Master Plan, o Condomínio Imobiliário Sul foi implantado nas adjacências do Campo de Golfe, área extremamente aprazível, entremeado por extensos gramados e lagoas. Compreende 3 praças de contemplação, convivência e lazer - Menorca, Maiorca e Ibiza - em torno das quais se distribuíram 128 lotes onde serão implantadas residências de alto padrão em 9 tipologias uni residenciais diferenciadas.

Já o Condomínio Imobiliário Centro é um empreendimento multiresidencial implantado a oeste do Complexo Hoteleiro que compreende 8 blocos de 3 pavimentos com diversas tipologias, sendo o último pavimento diferenciado.

O clima e paisagem locais com abundante luminosidade, ventilação e belíssimos visuais foram grandes aliados durante a concepção. Abusamos dos grandes beirais, de espaçosas varandas, grandes vão de esquadrias em vidro e espelhos d’água proporcionando integração perfeita entre interior e exterior, reforçados pela utilização de materiais tropicais como madeira de reflorestamento, telha cerâmica e taubilha.

LOTES DE 600m2 Área 261,35m2
LOTES DE 800m2 Área 322,57m2

Casas
Por David Bastos









Casas de 243,95m2 e 292,24m2, 4 suítes com dependências completas

Foi com imenso prazer que recebemos o convite e projetamos para a IBEROSTATE. O Grupo IBEROSTAR nos deu liberdade de imaginação e asas para nossa criatividade além de solicitar um item essencial para todos os projetos: Qualidade. Este foi o gancho conceitual do projeto da DB Arquitetos – Qualidade, criatividade, praticidade e inovação. Assim como a IBEROSTAR queríamos algo diferente para o litoral norte de Salvador. É sem dúvida um projeto ímpar na região, pois foi desenvolvido com este propósito. Os moradores sentirão, sem dúvida, a sensação de liberdade e bem estar que o arquiteto sentiu ao riscar os primeiros traços!

LOTES DE 600m2, Área 243,95m2
LOTES DE 800m2, Área 292,24m2

Casas
Por Antônio Caramelo









Casas de 247,43m2 e 367,25m2, 4 suítes com dependências completas

“Esse projeto que idealizamos contempla a construção de casas dentro de um complexo que leva a assinatura de um grupo de renome internacional, o Iberostar, que oferece toda segurança e infra-estrutura de apoio aos seus futuros moradores, pessoas do mundo, sofisticadas, de bom gosto, práticas, joviais, amantes da natureza, do bem estar e da vida.

Por isso, buscamos uma arquitetura minimalista e de linguagem universal tanto quanto à estética quanto à espacialidade, fazendo através das generosas fenestrações predominantemente em cristais a extensão de o espaço interno somar-se ao espaço externo sem limites a vista, gozando da rica paisagem, golf, praia, céu e mar, num banho de luz austral. Para alcançar esse resultado, tratamos a arquitetura com materiais compatíveis com o meio ambiente onde estão inseridos, privilegiando a durabilidade, a resistência, a baixa manutenção e a estética imprescindíveis a quem visa o lazer com muito prazer e pouco trabalho.

Morar numa das casas do Iberostate Praia do Forte é, sem dúvida, estar ao mesmo tempo em qualquer lugar paradisíaco dos mais nobres como Bahamas, Polinésia, Cancun, Bali, Costa da Sardenha ou na idílica e deslumbrante Mallorca, de onde se origina o grupo empreendedor Iberostar, a quem devo a honra e a oportunidade de ter colaborado na concepção de tão importante empreendimento.”

LOTES DE 600m2, Área 247,43m2
LOTES DE 800m2, Área 367,25m2

Golfe, tênis, squash, natação e praias lindas para você descansar depois de tanto esporte.

Você vai para a praia descansar. Não é sua casa que vai dar trabalho.

No Iberostate Praia do Forte os seus dias de lazer serão só de lazer por que toda uma estrutura de serviços com a qualidade internacional 5 estrelas do Iberostar estará sempre à sua disposição. O condomínio oferece serviços regulares como: segurança 24h, com controle de acesso, recepcionista e concierge, serviço de mensagens, manutenção das áreas comuns, incluindo paisagismo, coleta de lixo, administração do condomínio, gestão sócio-ambiental.

Serviços pay-per-use. Sua vida na primeira classe:

•    Governança com serviço personalizado de limpeza, manutenção e reparo
•    Lavanderia
•    Aluguel de carros
•    Traslados
•    Gestão imobiliária com central de locação
•    Baby-sitter
•    Utilização das dependências dos hotéis
•    SPA
•    Ecoturismo
•    Campo de golfe
•    Centro médico
•    Gourmet catering.
Obras iniciadas em janeiro de 2010, com entrega prevista para junho de 2011
(18 meses)

Confira as condições de pagamento, com valores a partir de R$ 1.115.800:

Entrada: R$ 223.160
13 Mensais: R$ 25.749
Chaves: R$ 557.900
Total: R$ R$ 1.115.800


Para obter maiores informações sobre este excelente empreendimento, basta responder a este e-mail ou entre em contato em um dos telefones abaixo.

Um grande abraço!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Entenda o significado do IGP-M


IGP-M - ÍNDICE GERAL DE PREÇOS DO MERCADO

O IGP-M/FGV é calculado mensalmente pela FGV e é divulgado no final de cada mês de referência.

O IGP-M quando foi concebido teve como princípio ser um indicador para balizar as correções de alguns títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e Depósitos Bancários com renda pós fixadas acima de um ano. Posteriormente passou a ser o índice utilizado para a correção de contratos de aluguel e como indexador de algumas tarifas como energia elétrica.

O IGP-M/FGV analisa as mesmas variações de preços consideradas no IGP-DI/FGV, ou seja, o Índice de Preços por Atacado (IPA), que tem peso de 60% do índice, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% e o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), representando 10% do IGP-M. O que difere o IGP-M/FGV e o IGP-DI/FGV é que as variações de preços consideradas pelo IGP-M/FGV referem ao período do dia vinte e um do mês anterior ao dia vinte do mês de referência e o IGP-DI/FGV refere-se a período do dia um ao dia trinta do mês em referência. A cada dez dias a FGV divulga as variações prévias que comporão o índice referente ao período completo analisado.

Atualmente o IGP-M é o índice utilizado para balizar os aumentos da energia elétrica e dos contratos de aluguéis.

sábado, 13 de março de 2010

Entenda o significado do INCC


Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, afere a evolução dos custos de construções habitacionais. É uma estatística contínua, de periodicidade mensal para os 18 municípios das seguintes capitais de estados do país: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. O índice nacional é levantado pela FGV desde Janeiro de 1944.

Os índices de custos da construção estão subdivididos em residenciais e obras públicas de engenharia civil ou infra-estrutura. Os principais índices, específicos para construções residenciais, são: Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), Índice de Custo da Construção do Rio de Janeiro (ICC-RJ) e Índice de Edificações.

Índice Nacional de Custo da Construção
 
É um dos três itens que compõem o Índice Geral de Preços (IGP), representando 10% do índice. Sua divulgação teve início em fevereiro de 1985, como resultado do encadeamento da série do Índice de Custo da Construção - Rio de Janeiro (ICC-RJ), mais antiga, com a série do Índice de Edificações, mais abrangente geograficamente. Como nos demais componentes do IGP, também é apresentada a versão do INCC para o mercado (INCC-M), que é calculado entre os dias 21 do mês anterior ao dia 20 do mês de referência (O INCC é calculado entre o primeiro e o último dia do mês civil).
 

PIB da construção civil deve ter alta de 9% em 2010, diz CBIC


Por: Karla Santana Mamona

SÃO PAULO – A indústria da Construção Civil, prevê crescimento de 9% no PIB (Produto Interno Bruto) do setor para 2010, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

O otimismo do setor é impulsionado principalmente pelo programa Minha Casa, Minha Vida e pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), além da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, que aumentarão a demanda para a construção civil.

De acordo com a CBIC, o setor é estratégico para País assegurar um crescimento sustentável em longo prazo, já que os investimentos na cadeia produtiva da construção têm impacto na geração de empregos e renda.

Revisão da metodologia do PIB

Em relação aos dados que foram divulgados na última quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Política), relativos ao PIB do último trimestre de 2009, a CBIC afirmou que serão muito ruins para o setor.

O IBGE deve anunciar uma retração de 3% a 4% em 2009, enquanto a expectativa da entidade era de alta de 2%. Segundo a CBIC, o IBGE não considera o valor agregado pelas construtoras no cálculo do PIB, levando em conta somente as compras de material feitas. Em 2009, as compras diminuíram por causa da crise, mas muitas construtoras utilizaram o estoque que já tinham.

A entidade informou ainda que já sugeriu ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, uma revisão da metodologia utilizada pelo IBGE.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Crédito imobiliário bate recorde em 2009



SÃO PAULO - O brasileiro nunca financiou tanto imóvel como em 2009, e a tendência é de que novas marcas sejam batidas neste ano. Para alguns, o País está em pleno boom imobiliário. Para outros, é só o início desse processo, uma vez que o déficit habitacional, entre 6 milhões e 8 milhões de unidades, conforme o cálculo, ainda é elevado. Avaliações distintas à parte, o fato é que o setor vive seu melhor momento na história recente, que já leva os bancos a discutir alternativas de recursos para bancar a expansão. Hoje, a maior parte do dinheiro (cerca de 70%) vem da caderneta de poupança, mas, segundo especialistas, essa fonte deve se esgotar, dependendo da instituição financeira, já em 2011.

No ano passado, 302,7 mil unidades foram financiadas com os depósitos da caderneta, em um total de R$ 34 bilhões. Nem na época do finado Banco Nacional da Habitação (BNH), no início dos anos 80, tantos imóveis foram vendidos por meio de empréstimos no País. "O Brasil é a bola da vez como mercado relevante para experimentar uma forte expansão do crédito imobiliário", define o diretor-geral da Montreal Informática, Luís Antônio Santos. A empresa vende soluções tecnológicas para diversos setores da economia, entre eles o imobiliário. Os principais bancos que atuam no País fazem parte de sua clientela.

O diretor de Crédito Imobiliário do Itaú Unibanco, Luiz França, que também preside a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), lista os fatores que explicam o desempenho recente e as boas perspectivas. Em primeiro lugar, a segurança jurídica, obtida com a mudança da legislação promovida em 2004. Foi ali que se instituiu o mecanismo de alienação fiduciária, que facilita a retomada do imóvel em caso de inadimplência. Em segundo lugar, França cita o alongamento dos prazos de financiamento para até 30 anos, que permitiu a redução das prestações mensais.

Em terceiro lugar, o executivo destaca a estabilidade da economia. De um lado, essas condições mais estáveis abriram caminho para a queda dos juros. De outro, elevaram o poder aquisitivo da população (como mostra a ascensão de milhões de brasileiros à classe C), o que reduz o calote. Um fator mais recente é o programa do governo "Minha Casa, Minha Vida". Nesse ambiente, os bancos privados, que sempre foram reticentes em investir no mercado imobiliário, mostram grande apetite. Na média, preveem alta de 30% a 40% nos empréstimos este ano. Em 2009, segundo o Banco Central, o crédito para a habitação avançou 41,5%, ante 14,9% do crédito total. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ações do setor imobiliário subiram até 300%


01/03 - 12:33 
O crescimento do mercado imobiliário em 2009 pegou em cheio as ações das empresas do setor. Alguns papéis valorizaram mais de 300% em 12 meses contabilizados até sexta-feira.

Apesar da alta acumulada, o segmento de construtoras e incorporadoras não é unanimidade como endereço de investimento para os próximos meses.

Ricardo Torres, professor de Finanças da Brazilian Business School (BBS), está entre aqueles que recomendam o setor. Ele avalia que as perspectivas para este ano são favoráveis, principalmente para as companhias cujos produtos são dirigidos às classes de menor renda, como Tenda e MRV, entre outras.

Torres afirma que os investidores podem se beneficiar caso incluam em suas carteiras papéis do setor imobiliário. "A demanda por habitação, que ficou reprimida durante longo tempo, pode ser atendida, já que existe crédito e as condições de financiamento estão melhores", avalia.

O professor da BBS avisa, porém, que não é necessário ter pressa na definição ou na aquisição das ações. Segundo ele, as mudanças de direção do mercado podem proporcionar boas oportunidades de compra. "Certamente, quem entrar no mercado hoje ou aumentar seus investimentos, dentro de 15 anos terá obtido rendimentos imbatíveis."
 
Histórico
Ricardo Pinto, coordenador do curso de MBA em Negócios Imobiliários, da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), não desencoraja a compra de ações do setor, mas recomenda cuidados antes da decisão. Pinto alerta para a necessidade de conhecer a história da empresa antes de qualquer definição.

Segundo ele, é importante verificar a trajetória de cada companhia no segmento de atuação e no mercado acionário, bem como conhecer os motivos que levaram seus papéis à valorização. "É preciso saber se as razões são sólidas ou momentâneas", diz.

Desempenho na crise
Ele faz ressalvas a papéis de companhias que tiveram altas a partir de incentivos governamentais. "Em 2010, teremos eleições. Quem garante que o novo governo vai dar seguimento aos programas em andamento hoje?" O professor da Faap afirma que o fim dessa classe de incentivo poderia trazer dificuldades às empresas que têm foco nos empreendimentos populares, o que, segundo ele, teria reflexos diretos sobre o valor dos papéis.

Pinto também recomenda, sobretudo aos neófitos em Bolsa, que pesquisem o desempenho da empresa antes e depois da crise econômica que atingiu o auge em setembro de 2008, chegou ao Brasil com força em dezembro daquele ano e começou a ceder em abril de 2009. Pinto recomenda a leitura de jornais. Ele reputa como um meio eficiente de conferir como a companhia se saiu durante o período de turbulência. "Prefira aquelas que tiveram menos dificuldades", orienta.

O professor pede cautela especial ao pequeno investidor que, acredita, "não tem a persistência dos grandes, o que, em mudanças bruscas, pode levar a perdas."

Sandra Perez, analista da Coinvalores, vê boas perspectivas nas ações de empresas do mercado imobiliário. Ela afirma que as captações de recursos se transformam em lançamentos e vendas, o que calibra os caixas das companhias. A analista afirma que, se não houver altas bruscas dos juros, o setor não enfrentará grandes problemas.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Venda de imóveis de dois dormitórios continuará crescendo em 2010

Por: Tabata Pitol Peres
25/02/10 - 09h44

SÃO PAULO - As vendas de imóveis devem aumentar em 2010. A previsão do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) é de que 37,6 mil imóveis residenciais novos sejam vendidos no município de São Paulo, contra os 35,8 mil vendidos em 2008.

Para o economista do sindicato, Celso Petrucci, grande parte desse aumento se deverá aos imóveis de dois dormitórios. "O número de imóveis de dois dormitórios cresceu 21,2% entre 2008, enquanto a venda de imóveis com quatro ou mais dormitórios caiu 24% no mesmo período. E esse panorama continuará se repetindo em 2010 e fará com que as construtoras lancem mais projetos com esse perfil".

Um levantamento realizado pela entidade mostra que, nesse mesmo período, o lançamento de imóveis residenciais de dois dormitórios no município de São Paulo subiu 26,5%. "Essa não é uma tarefa fácil. São Paulo tem um terreno muito caro. O mais caro do País. Por isso, as construtoras davam prioridade aos imóveis maiores e mais luxuosos, para garantir mais lucros. Porém, estão percebendo que há um mercado muito grande carente de imóveis menores".

Aumento da classe média
Ainda segundo Petrucci, esse aumento da demanda pelos dois dormitórios já era esperado. "Um dos principais motivos desse aumento nas vendas é o crescimento da classe média. O imóvel de dois dormitórios atende muito bem a essa classe emergente. Essa é uma demanda que nunca será suprida, porque cresce constantemente, seja pelos casamentos, pelas separações ou pelos jovens que entram no mercado de trabalho", explica.

Porém, o mercado de luxo também terá seu espaço. "Em 2009, as vendas dos grandes apartamentos caíram 24% na comparação com 2008 e os lançamentos de imóveis desse porte caíram 33,3%. Mas temos que considerar que esse foi um ano afetado pela crise. Em uma grande metrópole como São Paulo sempre haverá consumidor para esses dois tipos: os imóveis de dois e de quatro ou mais dormitórios".

OBSERVAÇÕES
Aproveite esta grande oportunidade para investir em imóveis. Eu tenho a disposição diversos empreendimentos com este perfil e que irão gerar grande retorno para os investidores.

Entre em contato comigo para obter maiores informações.

Um grande abraço!

OLIMPIO - O seu Consultor Imobiliário
Contatos - (11) 9536-4198