quinta-feira, 14 de julho de 2011

Desenvolvimento Urbano promove prêmio Selo Cidade Cidadã


Fonte: Agência Câmara de Notícias


A Comissão de Desenvolvimento Urbano promove em 2011 a 7ª edição do prêmio Selo Cidade Cidadã. O prêmio é concedido aos municípios que apresentarem as melhores experiências no manejo de resíduos sólidos (lixo).

O concurso faz parte das atividades da 12ª Conferência das Cidades, que vai ser realizada em outubro. Oito cidades vão ser escolhidas: quatro na categoria até 100 mil habitantes e quatro com mais de 100 mil habitantes.

Ao todo serão quatro subtemas premiados: plano de gestão de resíduos sólidos; experiências com coleta seletiva ou outras destinações ambientalmente adequadas; apoio às iniciativas de catadores de resíduos; e iniciativas que mostrem articulação institucional (com governos estaduais ou com a iniciativa privada).

Um dos objetivos é ajudar a divulgar soluções para os problemas urbanos encontrados pelas prefeituras. Segundo a consultora legislativa Suely Araújo, que é uma das responsáveis pela organização do Selo Cidade Cidadã, depois de cada premiação, a comissão é muito procurada por prefeitos que querem conhecer as experiências bem sucedidas. "Os outros municípios se interessam por saber o que está acontecendo nas cidades premiadas”, afirma.

Suely acrescenta que o tema resíduos sólidos foi escolhido para o prêmio deste ano para estimular os municípios a cumprirem a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Um dos objetivos dessa lei é extinguir todos os lixões do Brasil até 2014.

As inscrições para o Selo Cidade Cidadã podem ser feitas pelo portal da Câmara até o dia 29 de agosto.

Mercado imobiliário de alto padrão atrai jovens executivos


Fonte: Infomoney.com.br


SÃO PAULO – Tanto a procura por imóveis de alto padrão em São Paulo quanto a forma que os negócios são realizados têm mudado. A mudança no perfil dos compradores pode ser um dos fatores que contribuíram para o cenário atual.

De acordo com a sócia-Diretora da Imóvel A, Gabriela Villas, jovens executivos são os que mais têm procurado imóveis deste tipo. Com isso, o volume de vendas tem subido 50% a cada ano e pode manter esse aumento pelos próximos seis anos. Para ela, o crescimento do mercado e da conjuntura econômica brasileira, além da necessidade de viver em um espaço de luxo, são os responsáveis pela inserção desse novo perfil. “Por conta de todo esse crescimento econômico, hoje também atendemos pessoas super jovens do mercado financeiro. Esse público é bastante discreto e com grande potencial de compra”, explica.

De acordo com a Imóvel A, a média de idade dos compradores é de 26 anos, sendo que a maioria é formada por profissionais do mercado financeiro e de internet.

Os gasto médio desses jovens executivos gira em torno de R$ 1,5 milhão e a preferência de negócios está concentrada nas regiões da Vila Olímpia, Itaim Bibi e Jardins.

Compra pela web
Com um novo perfil de compradores, os hábitos dos consumidores brasileiros de imóveis de alto padrão também mudou, na hora de escolher o imóvel. Em alguns casos, ir pessoalmente até a imobiliária já não é decisivo para quem deseja adquirir esse tipo de imóvel.

Os consumidores têm usado a internet como canal inicial para os negócios e buscam opções disponíveis no mercado, de acordo com suas necessidades e preferências. “O consumidor utiliza o site [da imobiliária] para consultar mais especificamente os produtos”, explica o sócio-diretor da Imóvel A, Alexandre Villas.

De acordo com levantamento feito pela imobiliária, a cada cinco negócios fechados, três são iniciados pela internet. Embora o acerto final seja feito pessoalmente, a decisão da compra se dá via web.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Fundos imobiliários somam R$ 375,5 milhões no 1º semestre


Fonte: Agência Estado

Volume já é quase equivalente ao registrado no ano de 2010, quando esse mercado girou R$ 379 milhões


Os fundos de investimento imobiliário movimentaram R$ 375,502 milhões no primeiro semestre deste ano nos mercados de bolsa e balcão, registrando 29.789 negócios, de acordo com dados divulgados hoje pela BM&FBovespa. O volume já é quase equivalente ao registrado no ano de 2010, quando esse mercado girou R$ 379 milhões.

Atualmente, são 114 os fundos imobiliários registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com um patrimônio líquido total de aproximadamente R$ 10 bilhões. Do total, 54 fundos têm registro na Bolsa, que acumulam R$ 6,2 bilhões em patrimônio.

Em busca de maior transparência nas divulgações financeiras desse segmento, a CVM participou hoje, na sede da bolsa, em São Paulo, de um debate sobre o projeto de instrução proposto pela autarquia que pretende normatizar a elaboração e a apresentação contábil (de reconhecimento, classificação e mensuração de ativos e passivos) das demonstrações financeiras dos fundos de investimento no mercado doméstico. A questão também engloba o reconhecimento de receitas e apropriação de despesas.

Na prática, a proposta da CVM visa adotar como padrão o critério de reavaliação (conceito que se aproxima do valor de mercado ou valor justo) em fundos de investimento imobiliários (FIIs) que aplicarem em imóveis para renda. No caso de aplicação para venda, continuaria valendo o critério de custo de aquisição ou de construção. Entre outros pontos, a autarquia também está propondo a substituição da divulgação de balancetes semestrais por fluxo de caixa.

Segundo Osvaldo Zanetti Favero Junior, analista da CVM, a intenção é tornar as demonstrações mais claras e simples, com a adoção de critérios que são aplicáveis às companhias abertas. "O objetivo da nossa proposta é melhorar o processo de divulgação dessas informações para o mercado, simplificando os critérios financeiros, tornando a apresentação mais lógica." A proposta segue em audiência pública até o próximo dia 18.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Um dos principais hotéis dos anos 1950 será demolido no centro de São Paulo


Fonte: PINIweb.com.br


O antigo Ca'd'oro vai dar lugar a uma torre residencial e outra comercial 

A Brookfield anunciou que vai construir um empreendimento onde funcionava o hotel Ca'd'oro, um dos principais da capital paulista nos anos 1950. Localizado na esquina da rua Augusta com a Caio Prado, o hotel está fechado desde 2010. 

Com projeto do arquiteto José Lucena, o Ca'd'oro São Paulo terá uma torre residencial e outra comercial, que será composta por escritórios e hotel. Ao todo, o edifício comercial terá 27 pavimentos. Do primeiro ao 18º pavimento funcionarão as 387 salas comerciais. E do 19º ao 27º funcionará o Ca'd'oro, com um total de 147 apartamentos. O espaço reservado ao hotel contará com piscina, academia panorâmica, sauna, SPA, lobby bar e um restaurante. 

A torre residencial terá 31 pavimentos e contará com 11 opções de plantas diferentes, que variam entre 40 m² e 79 m². O empreendimento oferecerá opções de lazer como piscina na cobertura, mirante, enoteca, quadra de jogos, salão de jogos e de festas e área para ginástica.

De acordo com a arquiteta de interiores, Patricia Anastassiadis, "o Ca'd'oro São Paulo tem como principal inspiração a assinatura de uma época onde o bem-estar, conforto e elegância foram símbolos de uma região. Como contraponto, o projeto atual traz a contemporaneidade e a modernidade de um empreendimento sofisticado e elegante, valorizando novamente uma área muito importante da cidade".

Com projeto paisagístico de Benedito Abbud, a torre comercial terá um grande pórtico de entrada com painel cascata e um jardim escalonado em chapas de aço e vegetação marcante. Já a torre residencial contará com diferentes espécies de árvores nativas, flores e plantas que proporcionam conforto em ambientes de convivência ao ar livre.

Quer saber mais sobre este excelente projeto que está sendo desenvolvido?

Entre em contato agora mesmo por telefone ou e-mail.

Olimpio Oliveira
(11) 9536-4198
olimpio@abyarabronline.com.br

O mercado imobiliário e a expansão tardia do metrô de São Paulo


Fonte: focando.com.br


Um dos assuntos do momento no mercado imobiliário paulistano é a valorização de certas áreas da metrópole devido às obras de expansão do metrô.

Os bairros do Butantã e Vila Sônia estão sendo muito assediados por conta da, ainda não concluída, Linha Amarela; Ipiranga e Alto do Ipiranga são, a cada dia mais, procurados devido a extensão recente da Linha Verde; e a Barra Funda está até sendo denominada de “Nova Perdizes” numa resposta um pouco atrasada à Linha Vermelha que chega até ao bairro desde 1988.

A própria prefeitura municipal vê uma forma de se aproveitar desse quadro de excessiva valorização do preço da terra em alguns lugares. É, agora, o caso da Operação Urbana Vila Sônia, que permitirá ampliar o potencial construtivo dos terrenos da região através da compra de CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção, emitidos pela prefeitura municipal e vendidos às construtoras).

O governo municipal calcula conseguir arrecadar 300 milhões de reais com a venda de CEPACs para a área de influência da Operação Urbana Vila Sônia e aplicar os recursos na construção de obras viárias locais que incluem um túnel, um parque linear e a revitalização de outros parques da região.

Entretanto, o intuito do presente artigo é explanar a, talvez, real causa da especulação imobiliária que se vê ocorrendo nessas áreas em função da expansão tardia e insuficiente do metrô da cidade de São Paulo.

O transporte público faz parte da infraestrutura de uma cidade, que precisa garantir mobilidade aos seus habitantes. E esta infraestrutura (não só de transporte, mas como também saneamento, equipamentos públicos, entre outros) é o que determina a diferença ou a homogeneização do espaço urbano.

A cidade de São Paulo tem hoje 61,30 Km de metrô e, com a expansão que deve ser concluída em breve (espera-se isto), aumentará este número para 80,50 Km de metrô que, somando-se aos trens, que terão sua capacidade aumentada e sua operação modernizada, chegará a 240,00 Km de trilhos percorridos pela cidade.

Grandes metrópoles de outros países do mundo tem o metrô como principal modalidade de transporte de massa há tempos, e com extensões bem maiores.

Exemplos disso são as cidades de Londres, com, aproximadamente, 400,00 Km de metrô; Nova Iorque, que possui 479,00 Km; Tóquio, com 286,20 Km de trilhos; e Cidade do México, com 250,00 Km de um metrô que é tido como exemplo de eficiência.

A capital do Chile, Santiago, possui menos da metade da população de São Paulo e tem, hoje, aproximadamente, 83,00 Km de metrô.

Na realidade, o que em São Paulo ainda é visto com uma melhoria e usado como forma de valorização do espaço urbano, fortalecendo a especulação imobiliária, deveria ser uma condição da infraestrutura da cidade. Se há um transporte público satisfatório e eficiente (e não há outro que seja mais que o metrô) não existe diferenciação do espaço por ele e sim homogeneização, pois este está em todos os lugares.

Além de poder ser um possível instrumento de redução dos preços relativos das localizações, uma cidade como São Paulo, ao ter uma extensão de trilhos de metrô proporcional ao seu tamanho (e esta, provavelmente, é bem mais que 240,00 Km) tem o benefício da redução do tempo das viagens aos seus cidadãos (principalmente os das camadas mais pobres da sociedade) e também a prerrogativa da economia de combustíveis e redução da poluição do ar.

A conclusão que se pode chegar, dessa forma, é que São Paulo ter, hoje, áreas com o preço da terra tão inflacionado devido à chegada do metrô nestas regiões não é motivo nenhum de comemoração. Pois isto, nada mais é que a conseqüência da falta de infraestrutura de outras localidades dentro do município, que faz com que um lugar seja melhor ou pior que outro.

É possível perceber que as grandes cidades brasileiras, aqui retratado o caso de São Paulo, ainda precisam evoluir muito diante das principais metrópoles do mundo desenvolvido, às quais estas insistem em se igualar no discurso.

O boom do atraso na obra


Fonte: administradores.com.br
Por: Marco Aurélio Luz

Para o adquirente da propriedade, os prejuízos em decorrência desse atraso podem ser devastadores e resultar na desesperança e desistência do sonho da casa própria


Um dos sonhos mais cobiçados da maioria é, sem dúvida, ter a casa própria. Esse desejo, em muitos casos, surge já na infância, quando imaginamos a nossa vida no futuro. Afinal, ter o seu próprio espaço, a sua privacidade, o seu lugar de sossego e descanso implica em ter segurança sobre onde você vive e onde viverá a família que pretende construir. Uma pena que, no entanto, o sonho da casa própria seja tão ambicioso quanto a pretensão de muitas construtoras que, na ganância de acumular um capital cada vez maior, comercializam imóveis na planta sem ter recursos suficientes para atender a demanda e, assim, o maior prejudicado é o comprador da habitação.

Para o adquirente da propriedade, os prejuízos em decorrência desse atraso podem ser devastadores e resultar na desesperança e desistência do sonho da casa própria. Segundo levantamento da AMSPA - Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, entre as reclamações relacionadas ao imóvel, o atraso no prazo de entrega da obra é uma das campeãs no ranking do descontentamento dos proprietários. Só os casos de não cumprimento das datas para entrega atingiram 2.145 reclamações desde o começo de 2011 até maio. Isso representa um aumento de 43% em relação ao mesmo período do ano passado, com 1302 prejudicados.

Com o boom imobiliário, a oferta do imóvel na planta teve um considerado aumento. O maior poder aquisitivo das classes B e C e o crescimento dos financiamentos habitacionais são fatores que levaram a esta demanda. Segundo estudo do Data Popular, quase 10 milhões de famílias pretendem comprar um imóvel dentro de 1 ano, 47% delas são da classe média. Além disso, o crédito imobiliário, que elevou em 49% nos últimos 12 meses, também tem facilitado, aos compradores da casa própria, a fecharem o negócio.

Mas se o mercado imobiliário tomou grandes projeções nos últimos anos assim como o sonho da casa própria vem se tornando, a princípio, mas fácil de ser realizado, por outro lado, a capacidade das construtoras para atender a demanda não foi proporcional a esse crescimento. Escassez de mão de obra, falta de materiais e maquinário, além dos problemas burocráticos e naturais, como as chuvas, neste último caso, acabam atrasando a conclusão da obra e resultam em alterações nos cronogramas. Porém, muitas das construtoras utilizam essas desculpas para o atraso na entrega do imóvel sem que o mutuário tenha o direito de receber a informação com antecedência ou até mesmo indenização. Há casos em que o comprador da propriedade vendeu a moradia para pagar a chave do novo bem ou situações que mora de aluguel. Como essas pessoas vão resolver o problema de uma hora para outra. Isso é um descaso da incorporadora contra os compradores do empreendimento.

Por conta de tudo isso, é importante que o morador guarde todos os comprovantes que evidencie o dano causado pela não entrega do seu bem. Casos como: deixar de ter rendimento com recebimento do aluguel; perder oportunidade de venda da propriedade com bom retorno financeiro; ou ser obrigado a alugar outra habitação porque não recebeu no prazo, entre outras situações prejudiciais ao adquirente, podem ser considerados lucros cessantes, pois a vítima deixou de ganhar ou perdeu um lucro esperado.

O que temos de levar em conta é que, quanto mais tempo leva para o imóvel ser entregue, mais gastos o comprador tem para arcar, e isso põe em xeque todo o planejamento de vida que ele tinha em vista quando pensou em comprar o imóvel. Há casais, por exemplo, que planejam se casar para, logo em seguida, se mudar para a nova casa e acabam tendo que adiar a cerimônia por causa do atraso no imóvel pronto. Isso fora o fato de que quando você compra uma propriedade, você está pagando pela nova residência e, ao mesmo tempo, pelo local onde vive até que a obra esteja concluída. Ou seja, o gasto torna-se bem maior do que o esperado por ele com a compra do novo imóvel.

Pela lei, a entrega do imóvel pode ser prorrogada em até 180 dias, mas isso vale apenas nas situações de motivos de força maior que impeça a conclusão da obra, como terremoto ou enchentes. Mas, tecnicamente, as construtoras se apropriam desse direito sem comprovar adequadamente o motivo pelo atraso.

Conforme determinam os artigos 402 e 403 do novo Código Civil, os proprietários lesados podem entrar na Justiça para reaver as perdas e danos, como também do que deixou de lucrar, desde que comprove a perda sofrida.

Para quem pretende viver em condomínios, há uma maneira de se prevenir sobre a irregularidade no cronograma da construção. Ela encontra-se no direito previsto pela lei, no Artigo 55 da Lei 4591/64, que permite a formação da chamada "comissão de representantes". A comissão possibilita os proprietários do imóvel em se organizarem para fiscalizar a obra em fase de construção. Por meio do monitoramente, os futuros moradores poderão ficar cientes sobre todo o andamento da obra desde a qualidade do material que está sendo utilizado até o cumprimento do cronograma previsto no contrato, entre outros procedimentos. Os dados também entram em relatório para serem apresentados aos demais moradores que vierem a comprar uma habitação naquele mesmo prédio.

É lamentável que depois de pagar o financiamento, o proprietário se veja numa situação que o impeça de realizar o tão sonhado desejo da casa própria. Não receber a casa no prazo é mais que um transtorno financeiro, é um dano moral ao adquirente, que tinha um planejamento de compra do imóvel já determinado há tantos anos de sua vida e que possui uma família para abrigar. Se um dia vivemos o problema da renda da população, que barrava a comprar de um imóvel, as possibilidades de financiamento estão hoje bem mais favoráveis, mas os empecilhos que geram atraso no imóvel e que foram aqui mencionados levam o sonho da casa própria para um outro caminho, ainda turbulento.

Marco Aurélio Luz - é presidente da AMSPA - Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências www.amspa.org.br. E-mail: linkamspa@linkportal.com.br

domingo, 10 de julho de 2011

Dicas para decorar o apartamento na primavera


Fonte: jralfa.com.br


Dicas para decorar apartamento na primavera: A primavera é símbolo da renovação e do renascimento, por isso é a época ideal para dar uma repaginada na decoração da casa. Aproveite o sol e crie ambientes iluminados e vibrantes. Coloque na decoração elementos frescos e com o perfume da primavera. Não precisa mudar muita coisa, só alguns detalhes para dar adeus ao ar pesado e frio do inverno e abrir as portas para a primavera.

Comece trocando os tecidos pesados da casa pelos mais leves. Tire as colchas pesadas da cama, as cortinas escuras e as mantas, coloque tecidos floridos, leves e claros. Opte pelas cores vibrantes ou então pelos tecidos neutros, que deixam a luminosidade entrar.

Como decorar apartamento


Brinque com as cores, este é um dos elementos fundamentais que orientam a maioria das dicas de decoração para primavera. São muitas cores que podem ser utilizadas, como o verde, amarelo, laranja e beje. Use quadros com motivos naturais e primaveris para animar as paredes, assim como adesivos de parede, que podem mudar de acordo com a estação.

Para quem não quer mudar os móveis, mude a disposição deles, assim o ambiente vai parecer novo sem gastar nenhum dinheiro. Lembre de tirar toda a decoração que lembre o inverno e substitua por uma que lembra a primavera. Para mudar a casa só é necessária muita criatividade.


sexta-feira, 8 de julho de 2011

Dicas de Decoração para Sala de TV


Fonte: mundodastribos.com.br

A sala de TV é sempre o cômodo mais visitado numa casa, pois é o ambiente usado para as horas de descanso e lazer, e justamente por isso ele deve ser um lugar aconchegante e acolhedor onde todos se sintam bem.Não importa o tamanho do ambiente, se é uma casa ou apartamento, o que todo mundo sempre quer é uma sala de TV bonita e acima de tudo confortável, e para isso é necessário definir as preferências dos moradores e adaptá-las as necessidades da família.


Aqui vão algumas dicas que devem ajudá-la na decoração da sua sala de TV. A primeira coisa a se fazer é desenhar o espaço disponível e os móveis que deverão ocupá-lo, escolher onde ficará cada móvel e se o espaço disponível será adequado para o tipo de decoração escolhida.Este ambiente precisa de uma boa iluminação, ela deve ser suave para não comprometer o conforto visual de quem está assistindo TV, luminárias de paredes e abajures também ajudam a complementar na decoração do ambiente além de deixar iluminação mais amena. Outro detalhe a ser levado em conta, são os móveis, além de serem bonitos e combinarem com a decoração eles devem ser confortáveis e práticos.

O sofá é o principal ingrediente para tornar a sala de TV o local mais acolhedor da residência, ele deve ser super confortável, pode estar acompanhado de várias almofadas, que podem ser coloridas em tonalidades quentes para criar um ambiente mais caloroso contrastando com a cor dos móveis ou até mesmo de um tom parecido, optando por cores mais neutras e linhas retas, a partir desta escolha vamos delimitar se a sua sala vai ser um lugar mais descontraído ou mais clássico e sofisticado. Ele pode ser de canto, feito em tecidos duráveis e fáceis de limpar como a camurça sintética, o couro, lonas e cheniles.  A nova tendência para decoração de salas de TV são os painéis de madeira de demolição, eles cobrem uma parede inteira, normalmente a parede em que fica a televisão e ajudam a amenizar a frieza de salas mais clássicas além de esconder a fiação dos eletrônicos como a própria TV e do home theater.

Mais um tipo de decoração que trás a idéia de aconchego aliada a sofisticação é a continuidade de materiais no piso e na parede, como no caso do painel de madeira acompanhado de um piso de madeira no mesmo tom. Na outra parede poder haver uma grande estante de livros branca, que cubra toda a parede. Este tipo de estante pode ser elaborada com cubos de madeira, e prateleiras o que torna o ambiente mais moderno e único, tudo depende da disposição dos objetos.

A sala ainda pode ter uma mesa de centro com revistas ou um vaso de flor natural, o espaço entre a mesa de centro e os assentos não deve ser menor que 60 cm e ter altura entre 40 e 50 cm, isto para garantir a comodidade e não atrapalhar na visão da televisão. Puffs, pequenas poltronas, e móveis com dupla função como de mesa e assento são excelentes para flexibilizar espaços. As cortinas são bem vindas, pois ajudam na hora de obter uma boa acústica além de deixar o ambiente mais escurinho, as paredes podem ser pintadas em cores claras ou possuir texturas. O televisor tem que ser compatível com o espaço do local para a obtenção da melhor qualidade de som e imagem, além de não prejudicar os nossos olhos. A TV também não pode estar do lado oposto a janela, pois a luz que entra pela janela atrapalha a visualização.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Os estrangeiros e o mercado imobiliário


Fonte: Diario do Grande ABC
Por: Cláudio Conz

Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário

Esta semana, estava lendo as notícias do dia num grande portal da internet e me chamou atenção uma matéria em relação ao aumento dos investimentos estrangeiros em imóveis no Brasil. Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países do mundo estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário, que está cada dia mais valorizado.

O volume de negociações nas imobiliárias disparou. De acordo com dados que andei observando, grandes imobiliárias brasileiras tiveram seu faturamento de negócios com os estrangeiros dobrado no ano passado, fato que deve se repetir em 2011. Na Sotheby's International Realty, braço imobiliário da casa de leilões inglesa, por exemplo, as vendas devem quadruplicar até o fim do ano, chegando a R$ 400 milhões aqui no Brasil. Segundo a imobiliária, que é especializada em imóveis de luxo, o Brasil é hoje o terceiro país mais consultado em seu site de vendas, atrás apenas de Estados Unidos e Inglaterra.

Os imóveis em nosso país se valorizaram muito nos últimos anos, especialmente nas grandes capitais. Isso aconteceu desde o início da queda das taxas de juros, em 2003, quando o volume de crédito aumentou e a procura cresceu. Segundo o índice FIPE Zap, produzido em parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e a Zap Imóveis, nos últimos 12 meses, os imóveis na cidade de São Paulo tiveram uma valorização de 27% em média. Nos últimos 3 anos, o preço médio dos imóveis na capital paulista teve um aumento de 85,5%.
PERFIL DOS INVESTIDORES
Mas, afinal, quem são estes estrangeiros que compram imóveis aqui? De acordo com os corretores, o perfil é bastante variado. Há residentes no exterior que passam poucos meses aqui e que alugam suas casas para ganhar dinheiro; há muitos executivos que vêm para o Brasil a trabalho; e há também pessoas interessadas em multiplicar seu capital com a rentabilidade do aluguel ou com a revenda das propriedades.

Os valores médios dos negócios variam entre R$ 1 e R$ 4 milhões e os investidores geralmente procuram bairros charmosos e nobres. A taxa de retorno para quem investe aqui é bastante positiva, com uma média de 12% ao ano, o dobro da Alemanha. E nosso preço ainda é baixo, se comparado a outros países do mundo. Tudo isso colabora para incentivar os estrangeiros.
NOVA POSTURA DAS IMOBILIÁRIAS
Com esta mudança de paradigma e o crescente aumento da procura dos estrangeiros, a tendência é de que as imobiliárias criem setores específicos para atender estas pessoas. O volume de chineses querendo investir aqui é bastante grande e, com isso, corretores que falem mandarim estão super valorizados no mercado. Falar inglês e espanhol é básico para estes profissionais. Muitas delas já estão criando até mesmo serviços de assessoramento jurídico e financeiro especialmente voltados para estes investidores.
E O BRASILEIRO?
Neste cenário, o brasileiro também vê o imóvel como um importante investimento. Para ele, trata-se de uma boa opção de reserva de uma aposta na valorização deste bem e um valor para o longo prazo. Ele também pensa no recebimento de aluguéis como uma forma conservadora e segura de consolidar seu patrimônio.

O investidor brasileiro pensa na valorização que terá em alguns anos, o que é uma forma de ganhar dinheiro para o futuro. O imóvel é algo palpável, que o brasileiro sente poder confiar, por isso, para ele, é culturalmente um investimento interessante. O primeiro imóvel ele compra geralmente por necessidade; o terceiro, geralmente é um investimento. No entanto, depois desta super valorização que tivemos, acredito que o investidor deva ser cauteloso, seja ele brasileiro ou estrangeiro.

Para nós, representantes do varejo da construção, um mercado imobiliário aquecido é muito interessante. Brasileiro ou estrangeiro, as pessoas quando mudam de casa sempre reformam; se o imóvel é novo, material de construção já está lá. Movimentando a cadeia produtiva da construção, certamente venderemos mais e poderemos gerar lucros e riqueza para o País.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Imóveis: com alta de preços, especialistas comentam se é melhor comprar ou alugar



Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO – Comprar um imóvel à vista ou investir o valor e, com o rendimento, pagar aluguel? Com o preço dos imóveis cada vez mais caro, a segunda alternativa tem sido cogitada por muitas pessoas.

Fazendo uma conta simples, se o percentual do aluguel em relação ao imóvel for menor do que o rendimento do investimento, a aplicação financeira pode ser uma alternativa mais interessante.
“O preço dos imoveis reajustou muito nos últimos 3 e 4 anos, e os aluguéis não acompanharam essa valorização tão acentuada. Em muitos lugares, o aluguel está 0,3% do preço do imóvel. Nesta condição, você pode investir em uma aplicação com risco baixo, pagar o aluguel e ainda ganhar a diferença”, afirma o vice-presidente do IBEF (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e ator do Livro “Imóveis”, Luiz Calado.

O planejador financeiro Valter Police concorda. “Se você fizer o cálculo, financeiramente, é muito provável que aplicando o dinheiro e alugando o imóvel você consiga ter uma vantagem financeira. Mas isso vai depender do imóvel e da aplicação financeira que você escolher”, afirma Police.

Valorização do imóvel

Entretanto, eles lembram que também é preciso levar em consideração a valorização do imóvel. “Os imóveis estão em um patamar de preços bastante elevado. Não dá para saber se vão continuar se valorizando ou se haverá uma queda nos preços daqui para frente. Se eles continuarem a se valorizar, aplicar o dinheiro pode não ser o melhor negócio, mas se desvalorizarem, aí sim o investimento terá sido a melhor alternativa”, afirma o planejador.


O vice-presidente do Ibef também aponta este risco. “Se o preço dos imoveis continuar subindo, a pessoa pode não conseguir comprar o imóvel depois daqui a alguns anos com aquele valor aplicado”, pondera.

Entretanto, na opinião do especialista, após a valorização dos imóveis nos últimos anos, existe uma tendência de que os preços não subam mais e começem a cair nos próximos meses. "O mercado é cíclico e sinto que estamos chegando em uma máxima. Assim, o preço dos imóveis pode se estabilizar, e perder valor por conta da inflação, ou então cair, o que é bastante provável", acredita.

Perfil

Para Police, o perfil do comprador de imóvel ou futuro investidor é importante para decidir por uma das duas opções. “Tem pessoas que fazem questão de morar em um imóvel próprio, de ter a segurança de saber que aquele bem está em seu nome”, afirma Police.


Para estas pessoas, segundo ele, vale mais a pena comprar o imóvel com o dinheiro do que fazer uma aplicação financeira. “A idade também conta bastante. Geralmente, as pessoas mais velhas possuem um perfil mais conservador e preferem investir em imóveis”, afirma. Neste caso, ele afirma que é melhor não ir contra a sua própria lógica.

Parte à vista e parte financiada

O professor da PUC – SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e diretor da Metha Consultoria, Claudemir Galvani, aponta uma outra alternativa, caso a pessoa tenha em mãos o valor total do imóvel: dar parte do valor de entrada e financiar o resto, com uma taxa de juros menor do que o rendimento da aplicação. “Você paga, por exemplo, 30% do imóvel e financia os outros 70%. Este dinheiro que você tinha, mas não usou para pagar o imóvel, pode ir para uma aplicação financeira que pague juros maiores do que o financiamento”, afirma Galvani.


Segundo o professor, esta é uma alternativa para ganhar com o rendimento da aplicação e ainda se beneficiar da possível valorização do imóvel. “Diferentemente de alugar o apartamento, você vai ter o imóvel em seu nome e assim poderá vendê-lo depois, com valorização”, ressalta.

Já Valter Police discorda. “É muito difícil conseguir uma aplicação que renda mais do que o custo efetivo total do financiamento. Não dá para comparar apenas os juros da aplicação com os juros do financiamento. Tem uma série de impostos e seguros que fazem o custo efetivo total bruto ser mais alto”, conclui.