quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Empresas Alemãs pretendem investir no Brasil em 2011
Fonte: InfoMoney
SÃO PAULO - Um levantamento realizado pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha revela que quase 70% das empresas alemãs pretendem investir no Brasil no próximo ano.
“A conjuntura econômica brasileira está passando por um excelente momento e acreditamos que esse crescimento seja sustentável. As empresas alemãs vão participar dessa fase, comprovando mais uma vez o seu compromisso com o Brasil”, diz o presidente da Câmara Brasil-Alemanha, Weber Porto.
Economia
Os entrevistados estão otimistas em relação aos mais variados aspectos da economia e de suas operações. Mais de 80% avaliam a conjuntura econômica para os próximos seis meses como favorável e 75% consideram que as condições de investimentos estão entre favoráveis e extremamente favoráveis.
Em relação ao desenvolvimento do consumo, o número é ainda mais significativo: quase 92% têm essa percepção.
A maioria espera o aumento do PIB (Produto Interno Bruto) nacional neste ano e também em 2011. Em 2010, o otimismo é ainda mais generalizado, com previsão de alta de 7% Para os próximos anos, a expectativa é de crescimento entre 4% e 7%.
Investimentos
A pesquisa indica também que 70,6% das empresas pretendem investir em 2011, enquanto 29,4% preferem esperar as primeiras ações do novo governo.
Entre os que planejam futuros investimentos, 38% estimam aportes de R$ 10 milhões a R$ 100 milhões, 54,8% de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões e 7,2% têm projetos de aportar acima de R$ 1 bilhão ou, no mínimo, R$ 100 milhões.
Um quarto das empresas entrevistadas receberá esses recursos da matriz e os outros 75% pretendem realizar estes aportes com recursos próprios.
Além disso, 90% têm a intenção de contratar funcionários em 2011, sendo que 40,4% irão contar com um a dez novos profissionais. Outros 26,7% devem contratar entre 11 e 51 funcionários, e 32,9% mais de 51 funcionários.
Preocupações
Apesar do otimismo, os empresários também se mostraram preocupações com setor privado no próximo ano. Temas como carga tributária, leis trabalhistas, infraestrutura e, sobretudo, câmbio, foram citados por eles.
Eles apontaram ainda os principais gargalos da competitividade nacional. O câmbio liderou, apontado como o principal obstáculo que o País precisa superar, com 62,7%. Foram citadas ainda a falta de mão de obra qualificada (26,5%), infraestrutura (23,5%), carga tributária e as leis trabalhistas (20,6%).
Os entrevistados emitiram mais opiniões quanto ao câmbio: 56,4% acreditam que uma desvalorização entre 15% e 25% seja o melhor cenário.
Sobre a pesquisa
A Pesquisa de Conjuntura Econômica com Empresas Alemãs passará a ser divulgada trimestralmente. Em sua primeira edição, foram entrevistados mil empresas associadas entre setembro e outubro de 2010. O objetivo foi levantar as tendências de mercado e empresariais.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Largo 13 de Maio ganha primeiro Shopping Center
Fonte: Jornal da Tarde
O paulistano, que já podia escolher entre 76 shopping centers quando decidia ir às compras, vai ganhar mais uma opção de consumo esta semana. O Mais Shopping Largo 13, na zona sul, abre as portas nesta sexta-feira. O empreendimento promete se diferenciar dos demais ao eleger como público-alvo a nova classe C – um grupo ainda preterido por boa parte dos shopping centers.
De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), 79% dos frequentadores de shoppings no Brasil pertencem às classes A e B, embora a classe C detenha 46% da renda nacional e some 91 milhões de pessoas, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas. Para atender a esse público, a receita do shopping do Largo 13 foi misturar grandes lojas a pequenos varejistas. Assim, se tornou possível diversificar a oferta de produtos e serviços sem perder o foco na classe média.
A localização do empreendimento também é estratégica para atingir esse público. O centro de compras será interligado à estação Largo 13 da linha lilás do metrô, por onde passam cerca de 120 mil pessoas por dia. Ao lado, há ainda um terminal de ônibus, uma faculdade, uma unidade do Sesc e outra do Senai, além de um posto do Poupatempo que atende cerca de 12 mil pessoas por dia. No total, estima-se que mais de 1 milhão de pessoas circulem pela redondeza diariamente.
“Criamos um modelo de shopping que não existia em São Paulo”, afirma Marcos Romiti, responsável pelo empreendimento da Centros Comerciais, destacando o foco das lojas na classe C. O shopping conta com oito salas de cinema, além de marcas como Magazine Luiza, Lojas Americanas, Marisa, McDonald’s, Drogaria São Paulo e Hering.
O empreendimento do Largo 13 faz parte de um intenso processo de expansão do setor. Em todo Brasil, 30 shoppings devem ser abertos até o fim deste ano. Em 2011, serão ao menos mais 35 unidades, quatro delas na capital.
Cada shopping inaugurado cria, em média, entre 1.500 e 1.800 empregos. Ou seja, em 2010, ao menos 45 mil postos de trabalho foram abertos no setor. Só o Mais Shopping Largo 13, com suas 400 lojas, deve ser responsável pela criação de aproximadamente 4 mil vagas, com perfis tão distintos que vão desde funcionários da limpeza até gerentes e executivos que trabalham na administração do empreendimento.
Garagem é ponto de entrada de 80% das invasões a condomínios
Fonte: Folha de São Paulo
Por: Caroline Pellegrino
Por: Caroline Pellegrino
Entre as áreas de maior vulnerabilidade dos condomínios a invasões, a garagem é a preferida dos assaltantes.
Pesquisa da Haganá, empresa especializada em segurança de condomínios, em parceria com o Secovi-SP (sindicato do setor) analisou cem casos de invasão de 2004 a 2010 na região metropolitana de São Paulo e concluiu que 90% ocorreram por entradas e saídas de pedestres ou veículos -destes, 80% foram pela garagem.
Entre as principais estratégias utilizadas para burlar a segurança estão o uso de controles de portões automáticos, a clonagem da placa dos veículos e disfarces de prestadores de serviços.
Empresas especializadas, por sua vez, aprimoram os sistemas de proteção ao acesso dos carros. "Um dos mais seguros é instalar dois portões na entrada [sistema de gaiola]", avalia o vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara.
"Enquanto um abre, o outro fecha, e o porteiro só abre o segundo depois da identificação", explica. "O uso de câmeras e de iluminação também é essencial."
Entre as novidades está um software que grava os dados de cada veículo do prédio.
O ex-secretário nacional de Segurança Pública, coronel José Vicente da Silva, defende a repressão para impedir a ocorrência de novos arrastões. "O bandido quer uma ação lucrativa e segura. Com repressão intensa, o número de casos tende a cair."
Presidente da PDG diz que não há bolha no mercado imobiliário brasileiro
Fonte: NewMark
Apesar da forte expansão vista nos últimos anos, não há bolhas no mercado imobiliário brasileiro. Essa é a opinião do presidente da PDG Realty (PDGR3), José Antonio Grabowsky, que traçou perspectivas bastante otimistas para o setor.
“Há um espaço muito grande para crescer nos próximos dez anos”, afirmou Grabowsky em evento realizado nesta quarta-feira (24) pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) e pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) em São Paulo.
Grabowsky classificou a oportunidade do mercado imobiliário brasileiro como “gigantesca”. Segundo ele, não há bolhas porque o movimento recente é uma recuperação dos praticamente 20 anos em que o setor ficou praticamente estagnado.
“O déficit habitacional é grande, o crescimento populacional e mudanças em termos de idade e capacidade de pagamento, além da ascensão da classe média, trazem uma perspectiva de crescimento enorme para o setor”, completou o executivo.
O papel do governo
Grabowsky pontuou ainda a importância dos investimentos públicos no mercado imobiliário. “O Minha Casa, Minha Vida é o primeiro programa sério em muito tempo para tentar resolver o déficit habitacional. A baixa renda não era adequadamente atendida por dificuldades de viabilizar pagamento de compradores”, disse.
Para o executivo, as parcerias entre os setores público e privado são necessárias para o setor. “A responsabilidade é geralmente jogada para o setor privado; às vezes isso é viável, às vezes não – em especial na baixa renda”, ressaltou.
Demanda em alta
O presidente da PDG afirmou que a demanda é o que menos preocupa no setor. “Com financiamentos, a demanda do setor está garantida”, explicou.
Segundo ele, a evolução do crédito imobiliário do sistema de poupança é essencial, e deve acompanhar a demanda. “Há alternativas dentro do próprio sistema de poupança, mecanismos de funding facilitam as operações, acreditamos que vamos ter que ter uma nova fonte de recursos, provavelmente a securitização, que é uma alternativa a poupança e ao FGTS”, disse.
Grabowsky destacou que essa nova opção abriria acesso a novas e importantes fontes de financiamentos. “Esse é o caminho que o mercado vai ter que perseguir para viabilizar esse crescimento grande que teremos nos próximos dez anos”.
Mercado de capitais
O executivo destacou ainda a enorme ajuda do mercado de capitais, tanto via ações quanto via dívida, no desenvolvimento do setor. “O acesso ao mercado ajudou na expansão do setor e na criação de grandes empresas imobiliárias”, disse.
Com Atraso São Paulo tira do papel Operação Urbana
Fonte: Band News
Com nove anos de atraso, a prefeitura vai iniciar parte das obras previstas na Operação Urbana Água Espraiada, aprovada em 2001 na Câmara Municipal.
Na segunda-feira, a Secretaria Municipal de Habitação começa a construção de sete empreendimentos habitacionais para famílias de baixa renda previstas na operação.
Segundo a pasta, serão construídos 1.135 apartamentos no Real Parque, no Morumbi, e outros 814 no entorno das avenidas Jornalista Roberto Marinho e Washington Luiz.
A construção dos imóveis será custeada com recursos arrecadados com a venda de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) para empreendimentos que ultrapassaram o potencial permitido na região.
A prefeitura informou que serão atendidas famílias que vivem no Jardim Edite e na Vila Corruíras. Apesar do início das obras, a prefeitura ainda tenta uma nova mudança no projeto. Foi enviada à câmara uma revisão da de extensão da avenida Jornalista Roberto Marinho até a rodovia dos Imigrantes.
O texto prevê a construção de um túnel com 2,3 quilômetros, que custará cerca de R$ 2,2 bilhões. A obra prevê a retirada de 9 mil famílias da região. Segundo a prefeitura, cerca de 7 mil delas vivem em favelas.
sábado, 27 de novembro de 2010
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